Comportamento

A parte boa disso tudo

Agora eu vou dizer exatamente o oposto do que eu disse antes.

Passei uma boa parte dos três últimos dias vendo os vídeos do PC Siqueira. Comecei como uma espécie de pesquisa, mas continuei porque o cara é realmente engraçado e a edição dos vídeos é muito bem feita.

Ele comenta em um dos vídeos sobre uma das suas marcas mais visíveis: o estrabismo. Sim, ele é vesgo de verdade e - a parte mais legal - ele quer que se dane. Então na última sexta, que por enquanto ainda é hoje, ele tuitou sobre uma coisa que eu simplesmente não tinha enxergado (sem trocadilhos) antes: o papel que ele desempenha sendo popular mesmo tendo um defeito físico. Continuar lendo...

Infância do século XXI

Cada dia que passa acredito menos na inocência da infância. Ela se torna mais adulta e fria. Na minha época eu pulava cordas e elásticos, competia corridas e ralava os joelhos. Perdi as contas de quantos tampões do dedão do pé já ficaram no chão quando ia chutar uma bola. Hoje, as crianças se descobrem sexualmente mais cedo e trocam os valores absurdamente. As meninas já usam maquiagem antes mesmo de trocar os dentes. Os meninos já sabem o que é camisinha antes mesmo de terem pêlos nas axilas. Muito antes.

Os pais têm cada vez menos tempo para encantar as coisas. Para que contar a uma criança que enquanto ela dorme, o Papai Noel deixa um presente na árvore de natal, por que afinal de contas ela é uma boa criança? Será mais vantagem pra ela acreditar que se ela for igual a Barbie, será mais popular na escola.

A televisão prejudica ainda mais a situação. Tudo é direcionado às crianças. Elas são a arma do marketing, por serem persuasivas e chatas (quando os pais permitem, o que acontece com frequência no século 21). Fazem o que querem, quando querem. Continuar lendo...

Sigamos em frente, afinal!

É isso aí, sigamos em frente. Coragem pra peitar os medos e decepções, e fôlego pra agüentar as felicidades e novas conquistas. Como dizia uma não ilustre artista brasileira, porém com muito talento, cuja não revelaria o nome: ‘Perder o vazio é empobrecer’. Só percebemos a importância dele quando sentimos necessidade dele. Cabeça vazia faz bem às vezes, é bom pra encher de coisas novas. E particularmente AMO coisas novas, piadas novas, pessoas novas, não novas de idade, até por que a idade somos nós que determinamos qual é a nossa, mas a da mente. E o melhor de tudo, é se abrir pra coisas novas, mas não abandonar as antigas, eu disse antigas. Momento nostalgia é gostoso e faz bem, o que seria de nós se não tivéssemos história pra contar?! Ter um cupom de um cinema, um ursinho que já perdeu o perfume, uma flor de canudinho, uma carta de quem já se foi. Sorrir e chorar, sozinha. E ter a consciência de que parti desse mundo com história pra contar, com o espírito cheio de luz, sempre renovado. Por que ao final das contas, só o que levamos são as alegrias, os sorrisos, os amores, olhares, o crescimento. E aí vemos se aproveitamos bem a nossa vez, se precisamos voltar. Continuar lendo...

O que é o certo, afinal?

O que ou quem determina o que é certo? Dizia Piaget que somos resultado da nossa própria vivência. Então de que adianta conselhos e horóscopos?

De repente a gente se depara com tudo que sempre achamos certo, mas dessa vez, com outros olhos. Quem disse que era certo? É errado então? Por quê? É fácil discordar dos outros, difícil é discordar de si mesmo. De certo pensamos nas reações dos outros, sendo pessoas importantes, ou não. E o que vão dizer? Pensar? Continuar lendo...