campanhas

Parem de falar mal do Big Brother!

Sou lido por várias umas quatro ou cinco pessoas e seria bem mais fácil escrever se o meu "público" fosse mais homogêneo. Culpa minha mesmo, admito. O blog não tem assunto, é só uma confusão de coisas soltas, mas a gente fala sobre isso depois. O problema é que das quatro ou cinco pessoas duas me mandaram e-mail com um texto contra o Big Brother. Confesso que nem li o texto até o final, não aguentei. Continuar lendo...

09/02/10 - Dia da Internet Segura

Você pode não saber mas hoje é o Dia da Internet Segura, uma campanha que começou na Europa e foi abraçada por outros países como o Brasil. A iniciativa rola desde 2003 e em 2009 já contava com 65 países incluindo o Brasil, que vai pra sua terceira participação. Continuar lendo...

Dia da Internet Segura - 2010Banner de divulgação da Campanha.

Criança de colo no colo - campanha pelo respeito ao assento alheio

Sou irremediavelmente reclamão. Reclamo daquelas pequenas coisas, coisa de velho, sabe? Sou um velho de 22 anos, é isso. Consciente disso já não sei se reclamo do que deveria reclamar mesmo ou de coisas tão pequenas que só incomodam a quem leva esse estilo alternativo de viver.

Pelo título do post deu pra sacar né? Os fuzilados de hoje são os espertos que não colocam as crianças de colo no colo. Realiza: você entra no ônibus, passa a roleta. Examina e acha um - um mesmo, o último - lugar vago. Vai andando, quase tropeça com a sua mochila pesada (que ninguém se oferece pra segurar até você chegar no trabalho) chega no lugar vazio e... ele não está vazio. Está ocupado por um projeto de gente que poderia muito bem estar no colo da mãe (ou pai, ou avó, seja lá quem for). E pior que o ônibus vai enchendo e o povo não se liga! Você tenta reclamar e o barraco acontece. O jeito é viajar em pé mesmo. Continuar lendo...

Fone de ouvido não é megafone - campanha pelo respeito ao ouvido alheio

Post curto sobre a falta de noção das pessoas que andam comigo nos transportes públicos.

Hoje, na ida pro trabalho, sentei do lado de uma estranhíssima figura. Roupa estranha, cabelo engraçado, óculos escuros, pulseiras e um celular na mão. Preso ao celular um fone de ouvido.

Tenho dormido pouco e mal durante os últimos dias e achei que poderia descontar o atraso do meu sono cochilando na ida pro trabalho. Não consegui. O figura do parágrafo anterior ouvia seus funks no último volume! O som era tão alto que parecia que o fone de ouvido dele era uma espécie de megafone, sei lá. Mudei de lugar - um banco na frente - mas não adiantou. Fui acordado mesmo, quase xingando o infeliz pelo falta de educação.

Na volta do trabalho a esperança voltou: peguei o metrô, depois a integração e já ia embarcando num cochilo quando um rapaz sentado do outro lado do ônibus começa a conversar no celular. Conversar não, berrar. Seres civilizados não conversam daquele jeito. Falava tão alto que praticamente acompanhei a conversa inteira mesmo estando sem o menor interesse na professora dele que não foi a aula porque estava doente e sei lá mais o que. Continuar lendo...