comportamento

Tasso da Silveira, a Columbine tupiniquim

Não preciso contar nada aqui, vocês já devem saber de tudo. Tragédias são ótimas salvadoras de pauta e programas diários e semanais fazem questão de estender isso o máximo possível. Estou passando aqui só pra dar os meus 50 centavos sobre o assunto.

Sofri bullying (aproveitando a modinha da palavra) na época do colégio. Fui daquele tipo que algumas vezes não tinha turma no recreio. Isso me incomodava, mas sabia que ia acabar, às vezes sentia raiva dos meus amigos, mas hoje em dia entendo que eles estavam procurando o lugar deles, assim como eu procurei o meu. Cada um tem seu tempo.

Sofri bullying, mas nunca quis matar ninguém, ou quis, mas não de verdade. Queria sim não ter que ver aquelas pessoas, faltei muita aula por causa disso. Eu sabia que não tinha que passar por aquilo, o que me ensinavam na escola eu aprendia sozinho em casa dando uma lida ou "pescando" na outra aula. Diferente do meu melhor amigo na época (salve Vinicius, um abraço onde quer que você esteja), eu não sentia muito prazer indo pro colégio, muito pelo contrário. Amava a época de provas, entrava tarde, saía cedo, não precisava esperar o recreio terminar. Continuar lendo...

Hora do Planeta

Amanhã, dia 26 de Março, das 20h30 até as 21h30, um monte de gente (e empresas também, pelo que parece) vai apagar as luzes, graças a Hora do Planeta, como um símbolo de preocupação com a atual situação da Terra. A ideia é da WWF e é realizada desde (não sei quanto tempo), mas ano passado teve alguma repercussão.

Hora do (Capitão) Planeta?
Hora do Capitão Planeta

Muito legal, um montão de gente num sábado desligando as luzes de casa por uma hora. Meu Deus, pra quê? Uma hora no ano, num sábado? Grande ajuda galera, vamos continuar mandando terra, fogo, vento, água e coração pra ver se tudo muda em uma hora e a gente salva esse planetinha tão surrado. Continuar lendo...

"Misto-Quente" de Charles Bukowski

Misto-quente conta a história de um alemão de origem pobre que foi morar nos Estados Unidos ainda criança, na época da Depressão e das Grandes Guerras. Com pais problemáticos e muito sem grana, Henry Junior é uma criança excluída socialmente no lugar onde estuda e acaba se tornando um jovem mal-humorado e demasiadamente brigão. Continuar lendo...

2011

Não é uma coisa que eu faça com muito prazer, mas reli meus posts de natal dos anos anteriores aqui no Melancia e sinceramente minha vontade foi chorar. Não que eu escreva tão mal (também não que eu escreva bem), mas pelo pouco de esperança que eu vi por ali e que, hoje em dia, é ainda menor. Continuar lendo...

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