cultura

Parem de falar mal do Big Brother!

Sou lido por várias umas quatro ou cinco pessoas e seria bem mais fácil escrever se o meu "público" fosse mais homogêneo. Culpa minha mesmo, admito. O blog não tem assunto, é só uma confusão de coisas soltas, mas a gente fala sobre isso depois. O problema é que das quatro ou cinco pessoas duas me mandaram e-mail com um texto contra o Big Brother. Confesso que nem li o texto até o final, não aguentei. Continuar lendo...

Então a vida é assim, Seu Nelson?

Faz um tempo quis ler Nelson Rodrigues pra conhecer. Não me lembro como ou porque, mas quis ler. Arrumei emprestado um livro de contos dele e depois comprei Asfalto Selvagem num sebo aqui no Centro (do Rio de Janeiro). Continuar lendo...

Nelson RodriguesNelson Rodrigues, pernambucano, viveu de 1912 até 1980.
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Um post ébrio ou como nascem os romances

Acabo de voltar da reunião de um clube há pouco inaugurado. Não sóbrio também não ébrio, como diria Vicente Celestino, volto a escrever neste mal fadado blog, desta vez com uma intenção de apenas compartilhar com meu fiel leitor uma descoberta assaz instigante.

Todos sabem que, apesar de não fazê-lo muito bem, gosto muito de escrever e até viveria disso se Deus tivesse me reservado algum dom nesse sentido na sua sábia distribuição de cotas. Outro dia então me perguntei, como quem não quer nada, se poderia fazer um romance e descobri simplesmente que não saberia como fazê-lo. Acabaria escrevendo uma biografia disfarçada mudando só nomes e lugares. E eis que outro dia, talvez hoje mesmo ou ontem pela manhã percebi (ainda completamente sóbrio) como nascem os romances. Continuar lendo...

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Simplificação ou emburrecimento?

Acredite, este post não vai fazer a menor diferença na sua vida. É só um daqueles assuntos que não levam a lugar nenhum e que seriam mais bem aproveitados numa mesa de bar do que num post de blog. Ainda está aí? Vai perder seu tempo hein...

Se alguém pedir, de bate pronto, um ícone da literatura nacional quem você diria? E da literatura internacional? Pois é, não foi ninguém contemporâneo. Se foi não adianta nada, porque como nós não estamos numa mesa de bar a sua opinião não vai entrar aqui, pelo menos não no corpo do artigo (nos comentários, vá lá). Pode ser que alguém diga que é por falta de afastamento histórico, mas tenho outro palpite, estamos emburrecendo a língua. Não a sua língua - se estivéssemos num bar alguém faria essa piada, com certeza - me refiro a língua portuguesa. Continuar lendo...