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Cultura Resenhas

“Misto-Quente” de Charles Bukowski

Misto-quente conta a história de um alemão de origem pobre que foi morar nos Estados Unidos ainda criança, na época da Depressão e das Grandes Guerras. Com pais problemáticos e muito sem grana, Henry Junior é uma criança excluída socialmente no lugar onde estuda e acaba se tornando um jovem mal-humorado e demasiadamente brigão.

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Cultura

Versão Brasileira

Demorei muito pra voltar a postar pelos mesmos motivos de sempre: falta de assunto e falta de tempo. Pra falta de tempo até dá-se um jeito, mas pra falta de assunto não tem como. O Melancia nunca teve tema certo, sempre falei sobre qualquer coisa, mas daí a falar qualquer coisa de qualquer coisa, assim sem critério nenhum, sei lá, não consigo.

Uma das minhas inspirações pra escrever é o @bighi do Tomate Cru, que também estava parado há muito tempo e eis que ele volta com este post. Reclamar, taí uma coisa que eu sei fazer bem, tenho talento e muita experiência, mas reclamar do quê? Depois deste post achei a resposta que precisava. Logo no primeiro parágrafo ele fala de uma das minhas maiores broncas: legendagem mal feita.

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Cultura

LaParadiso – Impressões Gerais

Sábado passado teve show triplo – Paralamas do Sucesso, Skank e Marcelo D2 – na Fundição Progresso, na Lapa aqui no Rio de Janeiro. Por falta de coisa melhor pra escrever vou contar pra vocês a minha impressão geral.

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Cultura

Encontro de Corais – Convite

Amanhã, quinta-feira, a UNISUAM vai fazer o seu Primeiro Encontro de Corais. Esse tipo de encontro é sempre bacana, animado e interessante pra ver corais completamente diferentes com repertórios variados.

No encontro estarão: o próprio coral da Suam logicamente, e os corais EMERJ, Ecumênico Boa Vontade, Vozes do Forte e Tu voz, mi voz.

A Unisuam fica em Bonsucesso (fácil de ir de trem), na Avenida Paris, 72.

update 1: o esperto aqui esqueceu de colocar o horário: 18h30.


Já cantei em corais uma fase da minha vida. Era legal pelo convívio, pelo aprendizado e pra passar o tempo, que na época me sobrava. Com o convite do Miguel Torres me lembrei dos Encontros de Corais que participei (e que ele também participou tocando teclado). É uma mistura tão grande de tipos de pessoas que, se você infelizmente não gosta de música coral, vale a pena pelo lado antropológico da coisa.

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Comportamento

Interpretação de textos

Sabe por que nas Igrejas é preciso alguém lá na frente explicando? Porque as pessoas são péssimas em interpretação de texto. E aqui toco em duas coisas bem sensíveis: burrice e religião.

Para susto de alguns tenho um lado religioso muito forte. Faço parte de uma Igreja. Uma Igreja Evangélica. Uma Igreja Evangélica – pasmem – sem fins lucrativos. E eu sou um evangélico que – pasmem novamente – penso. Pouco, mas penso. E uma das coisas que sempre me intrigou foi o fato de ter alguém lá na frente pra explicar uma coisa que está escrita, ali, pra todo mundo ver. Se me intrigou não intriga mais. A burrice, (meus irmãos!,) é minimizada nesse modelo.

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Cultura

Cachambra! Cachambra Real!

Muitos freelas e a faculdade junto com outros fatores me afastaram da companhia de vocês durante esse tempo. Enquanto não tenho inspiração para um bom post reproduzo uma história contada pelo meu professor de Análise de Sistemas II, Antônio Pádua, contada pra ele por um dos melhores professores de Informática da UERJ, o Paulo Eustáquio (abraço, mestre):

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Cultura

Estudar na UERJ é…

Dessa vez não vou falar mal da UERJ em prosa, vamos de verso dessa vez:

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Cultura

Um post ébrio ou como nascem os romances

Acabo de voltar da reunião de um clube há pouco inaugurado. Não sóbrio também não ébrio, como diria Vicente Celestino, volto a escrever neste mal fadado blog, desta vez com uma intenção de apenas compartilhar com meu fiel leitor uma descoberta assaz instigante.

Todos sabem que, apesar de não fazê-lo muito bem, gosto muito de escrever e até viveria disso se Deus tivesse me reservado algum dom nesse sentido na sua sábia distribuição de cotas. Outro dia então me perguntei, como quem não quer nada, se poderia fazer um romance e descobri simplesmente que não saberia como fazê-lo. Acabaria escrevendo uma biografia disfarçada mudando só nomes e lugares. E eis que outro dia, talvez hoje mesmo ou ontem pela manhã percebi (ainda completamente sóbrio) como nascem os romances.

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Cultura

Simplificação ou emburrecimento?

Acredite, este post não vai fazer a menor diferença na sua vida. É só um daqueles assuntos que não levam a lugar nenhum e que seriam mais bem aproveitados numa mesa de bar do que num post de blog. Ainda está aí? Vai perder seu tempo hein…

Se alguém pedir, de bate pronto, um ícone da literatura nacional quem você diria? E da literatura internacional? Pois é, não foi ninguém contemporâneo. Se foi não adianta nada, porque como nós não estamos numa mesa de bar a sua opinião não vai entrar aqui, pelo menos não no corpo do artigo (nos comentários, vá lá). Pode ser que alguém diga que é por falta de afastamento histórico, mas tenho outro palpite, estamos emburrecendo a língua. Não a sua língua – se estivéssemos num bar alguém faria essa piada, com certeza – me refiro a língua portuguesa.

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Cultura Resenhas

“A Rainha do Castelo de Ar” – Millennium 3

Falei do “Os Homens que Não Amavam as Mulheres” e do “A Menina que Brincava com Fogo”, os primeiros filmes da série Millenium, e agora encerro essa série de posts com o último livro da saga: “A Rainha do Castelo de Ar”.

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