Comportamento

E a hipocrisia vos empregará

Seja um visionário você também. É só dizer que alguma coisa vai mudar drasticamente o mercado, que alguma tecnologia vem pra derrubar conceitos ou que depois de tal coisa nada vai ser como antes. Depois haja como o mestre do assunto, tuite com as hashtags certas, fale mal de alguém mais famoso que você e voi lá, sua fama está pronta. Você vai se passar por uma coisa que não é - inteligente, no caso - o que acaba sendo hipocrisia, mas se você vender a sua imagem direitinho até consegue um bom emprego. Vai ser difícil se sustentar nele, mas aí já é uma outra história. Continuar lendo...

Despedidas não, só mudanças

Passei o natal no apartamento do meu pai que é o mesmo que eu morei dos 5 aos 10 anos, mais ou menos, e revivi uma coisa engraçada. Fui jogar o lixo fora e lembrei que odiava fazer isso quando era garoto. Nem por preguiça, mas por - pode zoar - medo. Acho que o corredor não era escuro, mas a sensação de dar as costas praquele quartinho da lixeira me dava um medo estranho. Sempre voltava correndo desembestado pelo corredor por causa disso. No natal então, ao invés de voltar correndo voltei rindo, rindo de mim mesmo e das babaquices da infância. Não que eu não tenha mais medos, eles só mudaram - um sinal claro de que, obviamente, eu também mudei. Continuar lendo...

Parem de falar mal do Big Brother!

Sou lido por várias umas quatro ou cinco pessoas e seria bem mais fácil escrever se o meu "público" fosse mais homogêneo. Culpa minha mesmo, admito. O blog não tem assunto, é só uma confusão de coisas soltas, mas a gente fala sobre isso depois. O problema é que das quatro ou cinco pessoas duas me mandaram e-mail com um texto contra o Big Brother. Confesso que nem li o texto até o final, não aguentei. Continuar lendo...

Criança de colo no colo - campanha pelo respeito ao assento alheio

Sou irremediavelmente reclamão. Reclamo daquelas pequenas coisas, coisa de velho, sabe? Sou um velho de 22 anos, é isso. Consciente disso já não sei se reclamo do que deveria reclamar mesmo ou de coisas tão pequenas que só incomodam a quem leva esse estilo alternativo de viver.

Pelo título do post deu pra sacar né? Os fuzilados de hoje são os espertos que não colocam as crianças de colo no colo. Realiza: você entra no ônibus, passa a roleta. Examina e acha um - um mesmo, o último - lugar vago. Vai andando, quase tropeça com a sua mochila pesada (que ninguém se oferece pra segurar até você chegar no trabalho) chega no lugar vazio e... ele não está vazio. Está ocupado por um projeto de gente que poderia muito bem estar no colo da mãe (ou pai, ou avó, seja lá quem for). E pior que o ônibus vai enchendo e o povo não se liga! Você tenta reclamar e o barraco acontece. O jeito é viajar em pé mesmo. Continuar lendo...