Leitor digital (e-reader) x Livros de papel

Em 2007, quando se começou a falar em Kindle, confesso que torci o nariz. Pensava que era impossível ser confortável passar mais momentos olhando uma tela e que bom mesmo era sentir a textura da folha, o peso do livro e etc. Reações comuns de quem vê ameaçado algo que está muito bom do jeito que está. Um tempo depois quis voltar a ler quadrinhos e, como todo mundo lia no tablet e eu não tinha um, comprei na China um aparelho que servia pra isso. Não serviu – a memória baixa tornava lenta demais a dinâmica de navegar pelas imagens -, mas eu ia viajar, o livro que eu estava lendo era pesado e acabei colocando uma cópia digital dele no aparelho. Foi minha salvação. Eu me rendia às vantagens dos leitores eletrônicos. Continuar lendo Leitor digital (e-reader) x Livros de papel